A compulsão diminuiu.
O caso melhorou?
Canetas emagrecedoras e comer emocional: como pensar e conduzir esses casos na prática clínica.
Quando a medicação muda a fome e o comer, o psicólogo precisa entender o que mudou no caso inteiro — e não apenas no número da balança.
Conhecer o aulão3 horas · ao vivo pelo Zoom · data a confirmar
O problema que chega ao consultório
Comer menos pode contar apenas uma parte da história.
Um paciente relata que as compulsões diminuíram. Ao investigar melhor, você percebe que ele passou a pular refeições, teme sentir fome e está cada vez mais rígido com a alimentação.
Outro alcançou o peso que desejava, mas continua pensando em comida e sofrendo com a própria imagem. Um terceiro entra em pânico só de imaginar a possibilidade de parar a medicação.
Como diferenciar o efeito da medicação de uma mudança na relação do paciente com a comida? E como perceber quando o sofrimento assumiu outra forma?
O raciocínio clínico
Antes de escolher uma intervenção, entenda o que aconteceu com o caso.
No aulão, vou mostrar como organizo minha investigação clínica em quatro perguntas:
O que o comportamento alimentar fazia antes?
O que mudou com a medicação?
O que apareceu no lugar?
O que mantém as dificuldades agora?
A partir desse raciocínio, vamos discutir fome, saciedade, vontade de comer, restrição, rigidez alimentar, imagem corporal e o que a medicação pode passar a representar para o paciente.
O que vamos trabalhar
Da avaliação à condução do caso.
O que observar
Além da perda de peso: pensamentos sobre comida, medo da fome, restrição, corpo, expectativas e sofrimento psicológico.
Como formular
O lugar que o comer emocional ocupava antes, o que mudou com a medicação e quais dificuldades permanecem ou surgem.
Como conduzir
Discussão de caso clínico para transformar observações em hipóteses e decisões de acompanhamento.
Para quem é
Para psicólogos que querem pensar melhor esses atendimentos.
Se você atende pessoas com obesidade, comer emocional ou transtornos alimentares, é provável que encontre cada vez mais pacientes em uso de medicações para perda de peso.
O aulão foi pensado para quem deseja investigar a relação entre medicação, comportamento alimentar e sofrimento psicológico com mais clareza na prática clínica.
Formato
Três horas para estudar e discutir a prática.
Uma aula ao vivo com espaço para acompanhar o raciocínio clínico, discutir um caso e trazer dúvidas.

Quem conduz
Stacy Carreri
Psicóloga clínica com atuação em comportamento alimentar e comer emocional.
Meu trabalho parte da investigação do papel que um comportamento ocupa na vida da pessoa. Neste aulão, compartilho como organizo as perguntas e hipóteses que orientam minhas decisões em casos que envolvem canetas emagrecedoras.
O objetivo é que você saia com um modo mais claro de olhar para o paciente inteiro e de decidir o que precisa ser acompanhado.
Perguntas frequentes
Antes de participar
O aulão é para pacientes?
Não. O conteúdo é voltado à prática clínica de psicólogos.
Preciso atender pacientes que usam canetas emagrecedoras?
Não. O aulão também ajuda a se preparar para compreender esses casos quando chegarem ao consultório.
Haverá discussão de caso e espaço para dúvidas?
Sim. Os dois momentos fazem parte do formato previsto para o encontro ao vivo.
Qual é a data e o valor?
A data e o valor ainda serão informados nesta página antes da abertura das inscrições.
Aulão ao vivo para psicólogos
O que acontece com o comer emocional quando a fome diminui?
Vamos investigar o que mudou, o que permanece e o que precisa ser cuidado na condução clínica.